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Os anjos ronronam
Para ancestralidade
Somar espírito e corpo
Integrar o que não vemos
Guardiões de garras
Costume que medita
Separa o tolo do ignorado
Farol que ilumina
Os umbrais do inconsciente
O oceano de possível
O mergulho e a água que escorre
Luz e sombra
Forma a imagem do mistério
Imergir saberes
Que só o silêncio ensina
Tríade da hora grande
As orelhas atentas
Revoadas de quero – quero
Prelúdio se cala
É música que a alma canta
Como denota, a nota
De uma fresta qualquer
Seus olhos tomam conta
E o que vê por traz
Do depois. Onipresente
A guarda que te conforta
A rede que descansa
E a preguiça do miado
Indica o controle.
Sob afago do sagrado.
SÉRGIO CUMINO – DO PÓ À FÊNIX


