ASPECTOS RUDES
Meu brother cautela
A chibata inspeciona
Se há responsa pra sonhar
Pra onde levar quimera
Crista da soberania
Nos conflitos da utopia
Se infiltram nos afetos
Sofrimento que os amarga
As tocaias do submundo
O suor tenso “moio”
Tá preso na rede
Inerte todavia
Há inteligência pra cada estupido
Aplicativo seu estímulo
O moral distópico
Então fique esperto
Ensaio sem roteiro
Nesse teatro invisível
É o muro rompendo
Onde nada conforta
O que importa
Dividendos de “certos”
Inteligência artificial
Na realidade morta
De Cristo crucificado
Mutilado no palanque
Poderes são aspectos
Filosofia clássica
E a imprensa se apressa
A Forjar resenhas
guardada nas nuvens
o arquivo esquecido
Crucifica o seu reality
Como pontalete na nuca
Sem saber de onde vejo
Mas o ponteiro
Ameaça o mosteiro
Atinja o centro
Em suas abóboda
Dependurada no pescoço
Estraçalhar por dentro
Para que o fragmento
Diversifique o reinvento
No avesso do verso
E seus contratempos.
SÉRGIO CUMINO – DO PÓ À FÊNIX .

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