QUANDO A MORTE, MORA NO VALE
mãos atadas pelo, sem rumo
depositando
os desejos no pêndulo
da sarcástica vida
a apatia é a tempestade de areia
que deixa sem
forças, paixão e gozo
opaco o, senso , bom senso
percepção ,
cega intuição
não sente o sorriso
o toque
a arte
não sente o desejo
o eco dos gritos
retorna sem ser visto
tempo longo
indefinido tempo
sem campo,
para modestas leituras
face a face,
com o desencontro
e manda
pro baú seus
libertários desejos
e a redundância...
uma rotina diária.
viver poesia
um consolo efêmero
o conflito aspira as
energias para sonhar
conquistas bissextas
é a saturação da vida
uma distância sentida
das ressonâncias do vale.
SÉRGIO CUMINO








