PUREZA E O VENENO
O desumano do real,
É o medo poder cravar
Veneno no direito de amar
E para sorver a toxina
Arremeta quando pura
Livre da arqueologia
Do bem e do mal
Desde ainda menina
O mundo que a comporta
E pragmática história
Agora nada importa
Para saborear antidoto
Dar sentido a sua biologia
Seja a onda do calor
Vivencie aquele mito,
Com a
poética do sinto,
Com arte é
integrar
Com sensualidade
entregar
A vida e o universo
O correto a
lambida
Colcha ao
vinco
A mão e
ribeira
Sussurro para
o verso
revela volúpia
guardada
e faz que a
desordem,
Transborde
em nova ordem
com Bocas deslumbradas
Sedução e
laços
Subvertendo
a métrica
E o caos planetário
Magia da
cachoeira
As
fantasias projetadas
noites em braços amados
Vivencias sinérgicas
Humanas,
filosóficas, estéticas.
Resto
aconchego e lareira
SÉRGIO
CUMINO
















