ENREDOS PARALELOS
Sob a chuva do pensamento
Hidrata enredo da excitação
Enquanto outrora padece
O sorriso vira acalento
Nessa safra de dengos
E beijos de caravana
O que tiver de ser será
Afago trocado
Deixa meu corpo molhado
Dentre as persianas da alma entram
O assovio dos ventos
Sussurros e seus indutos
Tambem puderá
Enquanto seu olhar rege,
As batidas do peito
Os devaneios da imprudência
Escoam o transito de carências
Tensões e jurisprudências
Entre o caos sem referencia
Somos células da liberdade
Olho no olho, amolece.
Cada detalhe encanta
E das nuances surgiram
As bocas se aveludam
E outras partes descobertas
No intenso das vivencias
Oriundas da alquimia
Todas correlaçoes em ser
SÉRGIO CUMINO






