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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
ENCANTO QUE HEI DE PROVER
ENCANTO QUE HEI DE PROVER
Quero ser tudo que pede
O poema que você inspirou
A benção que tira o temor
Pedido da causa e efeito
A cura e a febre
Do desejo eleito
Pelo sorriso agraciado
Quero ser a melhor parte
De toda a busca interior
O encanto que se faz
posição
A luz da Interação
Reflexão de cada dilema
O traço que desenha
Suor ao corpo da fêmea
Quero que se descubra
Na frase do belo poema
Coisas que nem você sabia
Da magia enquanto dormia
E o contraste de sua revolução
E tudo aquilo que vamos rir
Ser caminho e seu guia
Desde outrora a pele sentia
O ardil das proezas do tesão
E que pulse colada a mim,
Ser o sonho que voce respira
Da paixão e relevancias
Suspiradas na mesma sintonia
O silencio interno das andanças
E todo carinho eloquente
Ser seu paraíso dos lampejos
Umidos pelas minhas mãos
Que imprime a palavra e o mel
Ser a inspiraçao de cada dia
E toda nuance de uma paixão
Ser o lenço que enxuga
Nossas aguas e o sentimento
A lua que conforte a alma
Ser o olhar que a faz menina
A ousadia que cria frio da espinha
A independente do tempo,
Que excita ou separa,
Espaço, traquinas da sua sina.
Ascendentes chamas
A demanda deliciosa
Personifica todas as
deusas
Dos mitos e de minhas poesias
Quero-nos na vida que rima
Ser aquele que nasce do sussurro
Sérgio Cumino
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
LUZES SIGNOS DA PRAÇA
LUZES SIGNOS DA PRAÇA
Pelo que me lembro
Numa tarde dessas
Em ritmo de toda pressa
Dando charme de inverno
E olha que é dezembro
Os respingos chuva fininha
Aquela que abranda
A inquietude do pensamento
É um sentir fraterno
Rebate olhar austero
Do velho Dr. Mendes
A garoa caia na pracinha
Como uma nevoa
Contrasta chegada da lua
Com as luzes da praça
Que tímida se abre
A poesia da noite
Com seus poucos arvoredos
Que habitam aquele largo
Parecem olhos de menina
acanhada
Com folhas de sorriso
parado
Ao vir o desfile das
galhadas
Arvores vestida de luzes,
Sampa em ação de graças
Já indicava que lá pelas tantas
Resgatará encantos de
crianças
Qualquer um poria
Sonhos e lúdico na balança
Aos cegos faz-se justiça
Não importa o costume
O ledes que percebes
Os leds que encandecem
Semiótica da contemplação
No portal da casa de
processos
Escreve certo com luzes a volta
Se bem que entraram em
recesso
Anuncia os sinos da
catedral
Signos subvertem o
magistral
Deixa à féria a conta lâmpadas
Azuis, vermelhas e brancas.
Faz-se da praça, céu
estrelado.
E de mãos dadas namorados
Reverenciam a chegada do
natal
SÉRGIO CUMINO
domingo, 23 de dezembro de 2012
CONSTATAÇAO
CONSTATAÇAO
Ter você aqui,
Na extensão do meu braço
Sob a luz do luar
O eterno torna fato
Ter você aqui
O amor é o enfoque
O que nos faz sentir
A pintura do toque
Ter você aqui
Pairando sem gravidade
Ao lado das estrelas
Festejo de sua vaidade
Ter você aqui
Pelo céu de sua boca,
Recebo ar de sua cúpula
Deixo-a mole toda solta
Ter você aqui
com furor e sereno
no casulo nossa concha
faz desse mundo pequeno
Ter voce aqui
Murmuro a boca quiuza
De notas agidas sua sumula
Mais nada a deixa confusa
Ter você aqui
o mel escorre a face
Sussurro a deixa tonta
as pernas iniciam o enlace
Ter você aqui
Um sentimento tácito
De querer que afronta
Qualquer orgasmo classico
Ter você aqui,
Quanto ao pio da coruja
E a morte das conjecturas
Sob o feitiço da lua
Ter você aqui
Eu me despeço
De dogmas morais
Pela poesia do gesto
Ter você aqui
E o germe do amor
Em colos divinais
Semeando sua flor
Ter você aqui,
Tao próximo da boca
Sem forma e pressa
O beijo a deixa louca
Ter você aqui
Minha vontade é a sua
Meu corpo jangada
Da sua ousadia nua
SERGIO CUMINO
sábado, 22 de dezembro de 2012
ENREDOS PARALELOS
ENREDOS PARALELOS
Sob a chuva do pensamento
Hidrata enredo da excitação
Enquanto outrora padece
O sorriso vira acalento
Nessa safra de dengos
E beijos de caravana
O que tiver de ser será
Afago trocado
Deixa meu corpo molhado
Dentre as persianas da alma entram
O assovio dos ventos
Sussurros e seus indutos
Tambem puderá
Enquanto seu olhar rege,
As batidas do peito
Os devaneios da imprudência
Escoam o transito de carências
Tensões e jurisprudências
Entre o caos sem referencia
Somos células da liberdade
Olho no olho, amolece.
Cada detalhe encanta
E das nuances surgiram
As bocas se aveludam
E outras partes descobertas
No intenso das vivencias
Oriundas da alquimia
Todas correlaçoes em ser
SÉRGIO CUMINO
domingo, 16 de dezembro de 2012
ENXURRADA DE DESEJOS
ENXURRADA DE DESEJOS
Que vontade me desperta
As corredeiras do clímax
O apogeu do melhor sonho,
Enxurrada de desejos aparece
Confiando-nos ao nosso mundo
Junto o suor a seu corpo
No frisson da descoberta
Avisto seios saltitantes
Na alegria de sua cavalgada
No encontro do melhor encaixe
Assim você nasce, renasce,
Banha-se e me assanha
E não me esquece
Ao mesmo tempo em que aflora
A flor de todas as temporadas
Colheita farta de encantos
Raios de todos temporais
Torno-me o fio que tece,
A película da sua pele
Seda que provoca sede
Por sorver mel da amada
Não há quem se atreva
Dizer desse mal não padece
Esse cupidez que excita
Arrepia e umedece
A emoção do olhar marejado
Prenuncio do querer alado
Da felicidade embargada
Um sentimento regado
Pela chuva das sensações
SÉRGIO CUMINO
sábado, 8 de dezembro de 2012
TOCADOS E BOCADOS
TOCADOS E BOCADOS
Que minha poesia afague
E a esperança não tarde
Que surja num crepúsculo
Sob a beleza dos tons
Num gozo vespertino
Sinto-me aquele menino
Que espera a lua
Para confissão
Quando falava do beijo molhado
Foi como que num susto
Acende o luar no coração
E suas batidas avant-garde
Bombeiam as ousadias
E pele de textura macia
É o palco do amor trocado
Olhar projeta esperança
Misturada ao sorriso criança
Afirma que nada é em vão
Descobre trilhas ao amor
Mesmo pareça uma charge
De inventos a reveria
E cada dia um sabor
E outros bocados
em muitas bocadas
Que dão muito calor
SÉRGIO CUMINO
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
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