POETA CANTA A LUA
É poesia Paraná
Rio de dimensão do mar
Coração se afina delírios afluente
Como lendas originária de amantes
Até o desejo começa a adequa
Dão braçadas desejos efluentes
Arco-íris de paixão cortante
Por ondas de “La Vie em Rose”
Que atravessam continentes
Sob a lua anseios espumantes
Como fendas poética que leva
A nostalgia de “Meia-Noite em Paris “
Faz da madrugada sem fim
Brisa da mente de entrega leve
os abundantes retratos da Rosa
A história álbum jardim
Galeria de poses feito partitura
Aviva ao concerto de violino
Cutucada se insinua no chão de giz
Porque a criatividade se atreve
És como uma pintura
Quando os peitos batem o sino
Toda compostura flutua
A poesia namora a prosa
O carinho harmoniza a lisura
De camisa e perna nua
Nas taças delicioso vinho
O poeta canta a Lua
*
SÉRGIO CUMINO
INVERNO REVERSO

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