Solitário e a esperança-on
O contexto com texto
No poemeto enviado
A persuasão e calor ,
Na intenção da atração
Sonda desejo e o clímax
Que floreia a mensagem
Põe a emoção no plano da poesia
Aí abre o conselho no universo
Bilhete na garrafa
Em Ondas modernas
Que a resposta venha com a maré
No veleiro do sete mares
Os alertas aos radares
Redes na busca
Chegou, uma , duas ...
o aparelho notifica
O que tu segues o
Overdose de notificação
O som que escolheu
Acelera frisson cárdico
Fica na porta
Olhando pro caminho
Se da conta
Ali seu quadrado mínimo
Onde o olhar escapa
Para o segredo da noite
Pela janela que comporta
visto, o sorriso pelo sinal
Solidário do vizinho
Só tem um pingo
Nenhum sinal da amada
Que chega na entrada
Não invade a casa
A ferramenta móvel
Ali no limite
Da liberdade íntima
Bate o tema, confere
Engano, marca posição
Agregado a um grupo on
onde é invisível
Foi um engano
Que iludi a ilusão
Toque . O trouxe em veste
Que o privado permite
A que passou de fora. Passou!
Pela diversidade da esquina
No balde, espuma de molho
banho e sonho das águas
Esse Clímax do quase nu .
Instantes da água morna
Mãos , avião cedido ao molho
Entrega se a brisa de súbito
Tela abre o momento íntimo
Flertando com encanto
Da mulher dos sonhos
Que não chega o suspiro
na caixa de entrada
Não aportou a resposta
Que a fantasia desejava.
SÉRGIO CUMINO –
BRASA À FÊNIX

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