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quinta-feira, 16 de abril de 2026

SOLITÁRIO E A ESPERANÇA ON


SOLITÁRIO E A ESPERANÇA ON

Solitário e a esperança-on

O contexto com texto

No poemeto enviado

A persuasão e calor ,

Na intenção da atração

Sonda desejo e o clímax

Que floreia a mensagem

Põe a emoção no plano da poesia

Aí abre o conselho no universo

Bilhete na garrafa

Em Ondas modernas

Que a resposta venha com a maré

No veleiro do sete mares

Os alertas aos radares

Redes na busca

Chegou, uma , duas ...

o aparelho notifica

O que tu segues o

Overdose de notificação

O som que escolheu

Acelera frisson cárdico

Fica na porta

Olhando pro caminho

Se da conta

Ali seu quadrado mínimo

Onde o olhar escapa

Para o segredo da noite

Pela janela que comporta

visto, o sorriso pelo sinal

Solidário do vizinho

Só tem um pingo

Nenhum sinal da amada

Que chega na entrada

Não invade a casa

A ferramenta móvel

Ali no limite

Da liberdade íntima

Bate o tema, confere

Engano, marca posição

Agregado a um grupo on

onde é invisível

Foi um engano

Que iludi a ilusão

Toque . O trouxe em veste

Que o privado permite

A que passou de fora. Passou!

Pela diversidade da esquina

No balde, espuma de molho

banho e sonho das águas

Esse Clímax do quase nu .

Instantes da água morna

Mãos , avião cedido ao molho

Entrega se a brisa de súbito

Tela abre o momento íntimo

Flertando com encanto

Da mulher dos sonhos

Que não chega o suspiro

na caixa de entrada

Não aportou a resposta

Que a fantasia desejava.

SÉRGIO CUMINO –

BRASA À FÊNIX


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