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Essa, é o marco
Embate da memória
Que não queria lembrar
Os acordos republicanos
Para coisa não piorar
E ir para mapa da morte
Esgota o limite da esperança
Nesse sonho confuso
Enigmas em sincronicidade
Inteligência artificial
Se metendo no sentimento
Nem sabe se faz sentido
Preenchido de algoritmos
O dia passou
E o café está amargo
Mais ainda não esfriou
A razão e o oculto
Factóides das ilusões
Infinitos recortes inúteis
Resenha do arquivo morto
Do ancestral e o pós moderno
E a corda que se estica
mosaico da memória reprimida
Os obstáculos do medo
A culpa de toda engenharia
Não tira a própria
Os passos não saem
se não programar
Zere os dígitos
Viva o princípio
Lenha, fogo e brasa
Quantos tiverem,ser
SÉRGIO CUMINO – BRASA À FÊNIX

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