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domingo, 26 de abril de 2026

22:44

22:44

Essa, é o marco

Embate da memória 

Que não queria lembrar 

Os acordos republicanos 

Para coisa não piorar 

E ir para mapa da morte 

Esgota o limite da esperança 

Nesse sonho confuso 

Enigmas em sincronicidade 

Inteligência artificial 

Se metendo no sentimento 

Nem sabe se faz sentido 

Preenchido de algoritmos 

O dia passou

E o café está amargo

Mais ainda não esfriou 

A razão e o oculto 

Factóides das ilusões 

Infinitos recortes inúteis 

Resenha do arquivo morto 

Do ancestral e o pós moderno 

E a corda que se estica 

mosaico da memória reprimida 

Os obstáculos do medo

A culpa de toda engenharia 

Não tira a própria 

Os passos não saem 

se não programar 

Zere os dígitos 

Viva o princípio 

Lenha, fogo e brasa

Quantos tiverem,ser

 SÉRGIO CUMINO – BRASA À FÊNIX 


 

                           

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