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quinta-feira, 16 de abril de 2026

SONHOS ETÉREOS

SONHOS ETÉREOS

Sem arauto virtual

No colo da viagem astral

A rainha que abençoou a noite

Acende , a projeção do peito

A ansiedade no posto

Para receber o fantástico

E chegou pelas águas de Oxum

E na neblina de Yewá

Que mostra aos olhos

Que não conseguia olhar

No encontro dos lábios

 Que o mistério escolheu

Recebe ondas da magia

No silêncio em offline ,

Na praia dos quereres

Sonho é areia encantada

Quando venta

Oya canta

Para protagonistas da brisa

Ondas eram marolas

Que sussurrava benção de amor

No tablado íntimo

A capela e na plateia

Todos de ambos

Que desenha a resenha

 Leque de carícias

No vapor da magia

O desejo se inspira

E a imaginação vadiando

No enredo do querer

O prazer no proscênio

A lua ajusta o foco

Estrela cadente

Acorda o sonho

SÉRGIO CUMINO, BRASA À FÊNIX


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