Sem arauto virtual
No colo da viagem astral
A rainha que abençoou a noite
Acende , a projeção do peito
A ansiedade no posto
Para receber o fantástico
E chegou pelas águas de Oxum
E na neblina de Yewá
Que mostra aos olhos
Que não conseguia olhar
No encontro dos lábios
Que o mistério escolheu
Recebe ondas da magia
No silêncio em offline ,
Na praia dos quereres
Sonho é areia encantada
Quando venta
Oya canta
Para protagonistas da brisa
Ondas eram marolas
Que sussurrava benção de amor
No tablado íntimo
A capela e na plateia
Todos de ambos
Que desenha a resenha
Leque de carícias
No vapor da magia
O desejo se inspira
E a imaginação vadiando
No enredo do querer
O prazer no proscênio
A lua ajusta o foco
Estrela cadente
Acorda o sonho
SÉRGIO CUMINO, BRASA À FÊNIX

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