A PELE VIVE O MITO
Preces levam a ti
Rogar de amparo
As paragens de Benim
Pede a chave dos entraves
Que bloqueia o Ori
*
questões apregoada
Clamam o redemoinho
Na zona de conforto
Reorganizar esse caos
Não é seguro esse porto
*
Tranquilo será convosco
Em benção com devoção
Quantas agruras até aqui
Aprender à evolução
Pelas adversidades que vivi
*
Lembro quando guri
Foi sobre telhado
com a lança e a chave
Prenúncio, senti e vi
A jornada rumo ao sagrado
*
Alma e corpo em desequilíbrio
Foi quando o mito entendi
Espiral , a sucção das agruras
Agora estado de transformação
Ditos os mistérios pelo Oriki
*
SÉRGIO CUMINO – ABRASA À FÊNIX

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