VEIAS DE OXUM
Águas veias coronárias
Desce pelas brumas serranas
Cujo ventre é mãe terra
E cortesia balneária
o mergulho d’alma minha
És cosmo assim como anima
á no mais absorto canto
Todo fio que se personaliza,
Onde bebe-se a flora e fauna
E toda mitologia lendária
É bença que abraça terra
Entorno todo germina
Sobre a as formosas matas
Oxalá envia nuvens brandas
Próximas ao céu a serra
Veste o véu da neblina
E frescor é seu clima
Toda ser é célula divina
Oxum a força que germina
Espalha- se discreta
Para alimentar ribeirinhas
Águas puras, magicas ,límpidas
Hidrata não só corpos, alma
É a essência de nossas vidas
SÉRGIO CUMINO
LUMO LUSCO- FUSCO

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