ÍRIS
Íris como um sopro alado
Veem multicores em seu arco
Como a Iris de Jacques Cousteau
Aventura-se no seu espaço
Vibra os olhares dos Itans
Vivência mística da cosmologia
Ancestralidade diria:
Íris tem acordo com cristalino
Ver além dos espíritos amoitados
Universo dos símbolos
Uma cartografia oculta
A ardilosa mensageira
Vem do Orum, envolve o profano
trazendo o sagrado
Mergulha no oceano pelo manto colorido
Anúncio do mensageiro dos Deuses
Emergem afetos submersos
Sustem a força dos mitos
Introvisões revela dimensões
Do alcance visionário
SÉRGIO CUMINO
LUME LUSCO-FUSCO

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