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sábado, 26 de novembro de 2016

SINGULARIDADE NUA



SINGULARIDADE NUA
Singularidade  sua
que me apaixonei
Questão não é ser,
Passageiro ou eterno
Mesmo sem um porque,
Sentir a intensidade
É esvaecer etéreo
O clímax da transformação
Antítese de não ser
O ato em seu gozo brado
Ardor de luz efêmera
Ventos em desequilíbrio
É a tempestade
 Que se forma em mim
Que mesmo por momentos
E a síntese envaidecer
Tudo revela um sentido
Com a luz dessa fêmea
Até o  balanço  na rede
Esperando maresia beijar
Bem como a cabeça divaga
Sem saber que cabimento teve
Mas já sabido ao mergulhar
Da paixão ela ocupa vaga
E a trama iremos juntos tecer
Indo do Céu ao Inferno
Sua poesia exala beldade
Com calor e emoção
Assim como a magia da lua
            SERGIO CUMINO, POETA A FLOR E A PELE.

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