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quinta-feira, 17 de maio de 2012

ORBITA do AMOR


      ORBITA do AMOR

 A estética não dorme

Vagueia
Por toda fome
Incendeia
E que te consome


E sua sutileza
Rodeia
Estuda sua presa
E ceia
Leoa se faz alteza

as mazelas do mundo

traiçoeiras
fé tem que andar junto
parceira
na unidade e no conjunto



Alma do meu querer

Faceira
É a Paixão de ser
Arteira
Que faz a vida valer.

O sagrado e o profano
Passeia
Por mitos e arcanos
Semeia
poesia e os planos

Assim construo caminho
Asseia
A qualidade do carinho
Porteira
Para crença do destino

E mergulha profundo

Sereia
Para que os corpos tornem uno
Candeia

meu desejo, em seu rumo

 SÉRGIO CUMINO


6 comentários:

  1. Sem palavras, vc meu querido como sempre se superando, e como o maravilhoso vinho, quanto mais o tempo passa, melhor ele fica.. seus poemas sempre me emocionam, e com eles sempre me vejo vivendo momentos, que nunca em minha vida vou poder esquecer.. simplismente perfeito

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  2. socorro guerreiro17 de maio de 2012 16:00

    vc encanta,isso é o que importa.feliz de quem pode ouvi-las- de pertinho.

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  3. poema maravilhoso só um genio e ramantico é capaz de publicar conteudo como este que nos leva as asas da imaginação..parabens querido..muito lindo...beijinhos

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  4. Que lindo, amei!!!

    Regina.

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  5. você expressa através das palavras o que sentirmos em nosso dia-a-dia.
    bjs

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  6. Desdenha-se ao encanto do querer arder-se. Nostalgico ansear por ter o começo e fulgar para adentrar o que pede. Sentido exato das falas, denuncia o mesmo amar singelo e perspicaz. já é o tempo.Temperar os sentidos. Desfalcar apenas deixar.

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